sábado, 4 de outubro de 2008

Aulas inesquecíveis



Assistir aulas de História com a professora Suely era bastante desconfortável, pois sua metodologia era tradicional. Em suas aulas ficava tensa, a ponto de largar os livros ali mesmo e ir para casa. Quando a referida regente dizia: “Dia tal será nossa avaliação relâmpago”, daí em diante eu só pensava no dia da bomba, pois tinha que decorar várias datas acompanhadas de fatos históricos. Isso para mim era comum um desastre, sem contar que ela não era nada facilitadora no processo ensino e aprendizado.
A cada término de unidade a escola promovia reuniões de pais e mestres, onde ficava totalmente apreensiva, aguardando a hora de minha mãe “puxar minha orelha”.
Recordo de um momento desagradável em uma de suas avaliações: uma aluna fora para a diretoria e recebera suspensão por alguns dias, devido ao fato de estar “colando” e a elaboração de sua “cola” deu o que falar, pois a mesma havia feito um mini livrinho com letras bem legíveis onde sua tinta era verde limão. Por conta disso e da agitação da turma , a avaliação fora suspensa.
Na manhã seguinte a regente Suely encontrou um bilhete dentro de seu livro de História em plena sala de aula dizendo assim: “A senhora é muito má”. A partir daí a professora resolveu ter uma longa conversa conosco durante o resto da semana. Apesar de tanto diálogo, ninguém teve coragem de assumir o “tal” bilhete.
O índice de reprovados em sua matéria fora grande.
Fiz um pedido carinhosamente aos meus pais, para que eu fosse transferida de escola sem ter a preocupação de rever as teorias tradicionais da docente Suely.

Aulas com construção de maquetes


O objetivo deste trabalho é descrever uma experiência vivenciada durante o período escolar do ensino fundamental, envolvendo o estudo da disciplina Geografia.


A minha experiência vivida foi durante a 4ª série do ensino fundamental, durante a realização de um trabalho de equipe, realizado em sala de aula. O trabalho proposto pela professora era de diferenciar as zonas urbanas e as zonas rurais existentes no nosso estado por meio de construção de maquetes.
Utilizando diversos materiais, como isopor, caixas vazias, massas de modelar, cola colorida e recipientes vazios, copos de plásticos e iogurtes, construímos uma verdadeira cidade.
Cada componente da equipe ficou incumbido de apresentar cada parte que constituía as zonas, tanto rurais como urbanas, explanando sobre os ambientes físicos e também sociais, assim como as culturas de cada zona.
Foi realmente uma aula bastante prazerosa e marcante, pois podemos extrapolar os estudos baseados em leitura de livros e, por meio da união e comprometimento da equipe, realizarmos uma verdadeira obra de arte.

Dona Bete



O ensino de História no antigo curso primário da minha escola era factual, linear, da minha realidade, portanto sem significação. A professora Beth nos fazia ler textos sobre História do Brasil, responder questionários, copiar esquemas no quadro, tudo muito repetitivo. Tudo refletia um ensino tradicional.
Muitas vezes eu me questionava se esses fatos contados e esses " heróis " eram de verdade ou seriam como fábulas, porque no meu entendimento de criança, essas "histórias estavam associadas com as das epópéia repeltas de heróis, bandidos, pessoas que promoviam o bem estar para todos e outras que eram, por assim dizer, traidoras do seu País. Mas, quem realmente eram essas pessoas? Qual a importância desses fatos no contexto histórico do passsado?

Hoje eu sei que conhecer a nossa história é importante para entendermos a dinâmica das relações sociais na qual estamos inseridos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Professor-ator de História



Lembro-me muito bem da matéria "História", pois não gostava de ler. O que mais me deixava triste nessa materia eram as leituras e as datas que éramos obrigadas a gravar.

Havia um professor muito inteligente, mas que sabia que essa disciplina era boa para quem gostava Este não era o meu caso.

Um belo dia esse mesmo professor resolve estimular a montagem de uma peça teatral. Assim, em todas as suas aulas tínhamos que ler os textos de história em equipe e transformá-los em peça teatral. Com esta proposta o professor acreditava que passaríamos a gostar da disciplina. O que ele não imaginava era que nós nunca líamos nada.

Esse professor era uma figura, pois ele sempre fazia o papel principal da peça. Nós não percebemos, mas no final do ano o nosso esforço se transformava em lindas e engraçadas peças teatrais.

Bem essa é a história do meu professor que queria ser ator.

"Destino cruel"



Era uma vez um menino muito estudioso! Ele adorava ir à escola! Seu sonho era tornar-se professor!
Suas matérias preferidas eram Português e matemática! Das outras ele também gostava..... ciências, artes, inglês, geografia, mas tinha uma disciplina que era o terror deste menino: HISTÓRIA!
Ele não conseguia entender o porquê de estudar história. Em sua cabeça, ficava matracando: “Se tudo isso já passou, para que eu tenho que saber?”, “É tanta coisa! Não cabe na minha cabeça!”
Este menino foi crescendo, e com ele o desejo de ser um educador também! Ele só enfrentava um problema: A HISTÓRIA!
Enfim, ele terminou seu ensino médio e entrou para uma faculdade cursar pedagogia.
Formou-se e tornou-se um ótimo educador!
Com seu diploma na mão, ficou a esperar emprego.
Certo dia, ele recebeu um telefonema de uma escola que estava precisando de um professor. Muito feliz por ter encontrado uma oportunidade, ele prontamente encaminhou-se até a escola.
Chegando lá, levou uma baita surpresa: A VAGA QUE TINHAM ERA PARA PROFESSOR DE HISTÓRIA!
O que fazer? Ele detestava esta disciplina! Mas não poderia perder esta oportunidade.
Então, ele aceitou este grande desafio!
Ele prometeu para si mesmo que iria tentar fazer diferente daqueles professores que tinha. Suas aulas eram dinâmicas e não apenas falava, mas fazia seus educandos entrarem na história!
Com isso, ele conseguiu vencer um obstáculo e aprendeu a gostar da disciplina junto com seus alunos.

Para quê HISTÓRIA?


Foi muito difícil encontrar uma história para eu contar.
Espremendo minha memória só conseguia me lembrar de aulas em que o professor só falava, falava, falava... era história antiga, Grécia, Roma, Egito..... Brasil. Eles falavam e eu ficava me perguntando: “Para quê que eu estou ouvindo isso?”, “Para que serve a história?”.
Ficava me indagando questões sem obter nenhuma resposta.
Nunca tive muito sucesso nas aulas de história geral, nem do Brasil. Minhas notas eram péssimas, passava “arrastado”.
No meu último ano do ensino médio, estudei com um professor de história que era Ex-militar. Imaginem: uma pessoa que não gostava da disciplina, ter aulas com um professor que era militar! As aulas eram um “saco”!
No início do ano, ele mal olhava para os alunos. A disciplina dele era tanta que o olhar estava sempre voltado para baixo. Mais uma vez, ele falava, falava, falava....... eu não conseguia entender nada.
Foi então que a turma resolveu se reunir e conversar com ele. Sentamos e desabafamos!!!! A partir daquele dia, as aulas foram menos tensas, mas eu ainda não conseguia entender história!
O que mais me dava prazer nas aulas eram as saídas de campo! Idas a museus! (únicos lugares que íamos com os professores de história) Mesmo assim eram divertidas! Quando chegávamos do museu, na aula, discutíamos o tínhamos visto, vaziamos alguns resumos e depois..... voltávamos as velhas e “boas” aulas de história!
Então é isso!! Espero que nessas aulas de metodologia das Ciências Sociais eu possa entender o porquê de ensinar e aprender história e quem sabe gostar um pouco desta disciplina!!!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

As aulas com mapas



Não sei se minha história é tão interessante, mas sei que ela marcou a minha vida escolar, pois até hoje não sei muito sobre Geografia porque tomei pavor a essa matéria devido a maneira que a professora passava o assunto.

Minha professora era de pequena estatura e gordinha, usava sempre sapatos bem altos, andava o tempo todo com as mãos carregadas de materiais. Quando ela chegava na sala, abria um mapa enorme no quadro e sorteava algum aluno para localizar cidade e capital. Quando um aluno não conseguia localizar o que ela pedia, a professora dava a maior bronca e fazia gozação da cara do aluno. Era uma vergonha. Além disso, havia os questionários enormes para estudar para a prova de onde ela tirava 2 a 3 perguntas que quase ninguém sabia como responder.

Em suas aulas nunca trazia novidades. Tudo era ensinado sempre da mesma forma ,tornando-se cada vez mais chato.
 

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